terça-feira, 31 de dezembro de 2013

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Palavras-chave para viver em paz e alegria em família: com licença, obrigado, desculpa


Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Neste primeiro domingo depois do Natal, a Liturgia nos convida a celebrar a festa da Sagrada Família de Nazaré. De fato, todo presépio mostra Jesus junto com Nossa Senhora e São José, na gruta de Belém. Deus quis nascer em uma família humana, quis ter uma mãe e um pai, como nós.
Este nosso olhar hoje para a Sagrada Família se deixa atrair também pela simplicidade da vida que essa conduz em Nazaré. É um exemplo que faz tanto bem às nossas famílias, ajuda-as a se tornarem sempre mais comunidades de amor e de reconciliação, na qual se experimenta a ternura, a ajuda mútua, o perdão recíproco. Recordemos as três palavras-chave para viver em paz e alegria em família: com licença, obrigado, desculpa. Quando em uma família não se é invasor e se pede “com licença”, quando em uma família não se é egoísta e se aprende a dizer “obrigado” e quando em uma família um percebe que fez algo ruim e sabe pedir “desculpa”, naquela família há paz e alegria. Recordemos estas três palavras. Mas podemos repeti-las todos juntos: com licença, obrigado, desculpa. (Todos: com licença, obrigado, desculpa!). Gostaria também de encorajar as famílias a tomar consciência da importância que têm na Igreja e na sociedade. O anúncio do Evangelho, de fato, passa antes de tudo pelas famílias, para depois alcançar os diversos âmbitos da vida cotidiana.

Papa Francisco

sábado, 28 de dezembro de 2013

Carta aos zeladores

Querido zelador, querida Zeladora:
Feliz Natal e Santo Ano Novo.
Chegamos ao fim de mais um ano. Nele pudemos realizar o Iº Congresso das Capelinhas em Niterói - RJ. 48 pessoas de Sergipe, Minas e Rio de Janeiro se fizeram presentes.
Durante o Congresso apresentamos o que o Espírito Santo nos deu como objetivo do Projeto Misericórdia nas Famílias. Ele é duplo:
1-Difundir a cultura de Pentecostes;
2-Difundir a Misericórdia.
O Documento de Aparecida diz: "Esperamos um novo Pentecostes que nos livre do cansaço, da desilusão, da acomodação ao ambiente, esperamos uma vinda do Espírito que renove nossa alegria e nossa esperança." (DA 362) "Necessitamos de um novo Pentecostes!" (DA 548)
A Comunidade Anunciadores da Misericórdia e consequentemente o Projeto Misericórdia nas Famílias nasceu dessa corrente de graças na Igreja Católica - a Renovação Carismática Católica - pela graça do batismo ou efusão do Espírito Santo na vida do fundador da mesma, Pe. Antônio Aguiar.
Daí que o primeiro objetivo do Projeto Misericórdia nas Famílias seja fazer acontecer a graça de um novo Pentecostes na Família, procurando difundir essa cultura de Pentecostes na qual a Comunidade Anunciadores da Misericórdia foi gerada.
 Daí que o zelador deve estar aberto ao Batismo no Espírito Santo, a receber, a viver e a rezar pelos seus zelados pelo Batismo no Espírito Santo e consequentemente orar em línguas, abrir-se à manifestação dos dons e carismas.
O segundo objetivo do Projeto é a divulgação ou difusão da Misericórdia nas famílias, entendido como difusão da mensagem que Jesus transmitiu a Santa Faustina e por meio dela a nós, para favorecer o encontro pessoal com Cristo, com a Misericórdia e com ele a Reconstrução de vidas.
No Documento de Aparecida 14 diz: "A Igreja existe para promover e formar discípulos e missionários que respondam à vocação recebida e comuniquem por toda parte, transbordando de alegria e gratidão, o dom do encontro com Jesus Cristo. Não temos outra felicidade nem outra prioridade senão a de sermos instrumentos do Espírito de Deus na Igreja, para que Jesus Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, não obstante as dificuldades e resistências".
Daí o primeiro passo que procuramos inculcar naqueles a quem somos enviados seja a confiança na Misericórdia:
 “A pessoa que confiar na Minha Misericórdia é a mais feliz, porque eu mesmo cuido dela” (D. 1272).
“Quem confia na Minha Misericórdia não perecerá, porque todas as suas causas são minhas, e os seus inimigos desbaratados aos pés do meu escabelo” (Diário, 723).

O segundo passo é motivar à prática das obras de misericórdia corporais e espirituais:. dar de comer a quem tem fome, de beber a quem tem sede, vestir os nus, visitar os doentes e os presos, acolher os peregrinos e enterrar os mortos. Suportar com paciência as fraquezas do próximo, perdoar quem me ofendeu, consolar os aflitos, corrigir quem está errado, ensinar quem é ignorante, rezar pelos vivos e pelos mortos e dar bom conselho
Não podemos deixar de viver nenhum dos dois aspectos. Somente quem os abraçar poderá considerar-se membro do Projeto Misericórdia nas Famílias. 
Deus abençoe a todos no discernimento que precisam fazer.
Padre Antônio Aguiar

E quando os cristãos se esquecem da esperança?,

E o que acontece quando os cristãos se esquecem da esperança?, pergunta-se o Papa. "Quando os cristãos se esquecem da esperançae da ternura, tornam-se uma Igreja fria, que não sabe para onde ir e se refreia nas ideologias, nas atitudes mundanas. Enquanto a simplicidade de Deus te diz: segue em frente, eu sou um Pai que te acaricia. Tenho medo quando os cristãos perdem a esperança e a capacidade de abraçar e acariciar."

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Bodas de Caná

"Mas você guardou o vinho melhor até agora". (Jo 2)
O vinho melhor está guardado até agora, isso é, o que você construiu para a sua vida não é o vinho melhor, pois foi construído, foi pensado por você. Este vinho precisa ser desconstruído - o que aconteceu com o primeiro vinho - para que o vinho melhor, que é aquilo que Deus construiu, pensou para você possa aparecer.
Não sei se você se contenta com o vinho velho, com aquilo que foi construído por você e para você. Eu quero o vinho novo, o vinho melhor, aquilo que foi construído e pensado por Deus para mim.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O Paráclito

Em Jo 14 Jesus diz que vai pedir ao Pai que nos envie o Paráclito.
O Paráclito é o Espírito Santo.
A Palavra Paráclito significa defensor, advogado, intercessor, etc.
Ele nos pede na liturgia de hoje que não nos preocupemos com a nossa defesa quando formos colocados em situações  de perseguição pois o próprio Espírito Santo nos dará palavras a quem ninguém resistirá. 
E nos apresenta o testemunho de Santo Estevão que agiu dessa maneira recebendo a palma do martírio.
Clamemos então no dia de hoje: Vinde, Espírito Santo!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

“Vou estragar a infância do meu filho se contar a ele que o Papai Noel não existe?”.


A minha resposta é sim, revelar que o Papai Noel não existe vai estragar a magia da infância dos seus filhos. Mas só se o Natal, para eles, for apenas uma questão de presentes e de contos e lendas. 
Já se você quiser abrir para eles um "caminho melhor", a minha resposta é não, absolutamente não vai estragar a infância dos seus filhos se contar a eles que o Papai Noel não existe. 
E por que não explicar aos filhos que os presentes colocados embaixo da árvore são um símbolo minúsculo do grande presente de Deus para a humanidade, o seu próprio Filho, Jesus Cristo?
Por que não explicar que, apesar da crise, os pais, tios e tias, avôs e avós se prodigalizam para dar presentes não tanto pelos presentes em si, mas porque aprendemos de Jesus que há mais alegria em dar do que em receber e porque a fé nos ensina a beleza de estar juntos sob o mesmo teto?
Por que não ajudar a entender que o Papai Noel é um conto útil para nos lembrar de uma realidade muito mais bonita do que a ficção, a dos santos (neste caso, São Nicolau), que abrem os corações à generosidade para com o próximo, porque eles foram visitados e tocados pelo amor de Jesus, que nos amou primeiro?
O santo bispo Nicolau amava as crianças gratuitamente, não como o Papai Noel do meu bairro, que anunciava num cartaz: "Agende no parque da cidade a distribuição dos seus presentes com o Papai Noel!". E completava, em letras menores: "A partir de 3 euros por presente".