Escalar é uma arte difícil. Tão difícil que poucos se aventuram.
Poucos talvez saibam que a vida é uma escalada na direção do céu.
É para lá que caminhamos. Aliás, saimos de lá e voltaremos para lá.
A Misericórdia nos ensina a direção: Jesus eu confio em vós.
Confiando em Jesus escalaremos os montes que se nos apresentam, ou se não os pudermos escalar pediremos que nos tome pelas mãos e nos leve ao coração do Pai.
quarta-feira, 16 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
OS CAMINHOS DE DEUS
Os caminhos de Deus não são os nossos caminhos.
Ou, Deus não vê como o homem vê. (D. 1448)
Portanto, para descobrirmos como Deus vê precisamos pedir ao Espírito Santo que nos ensine, pois na oração ao Espirito Santo pedimos que Ele nos ajude "a ver retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito", isso é, conforme o Espírito Santo vê, conforme ele enxerga.
Um zelador deve pedir constantemente ao Senhor essa graça.
Ou, Deus não vê como o homem vê. (D. 1448)
Portanto, para descobrirmos como Deus vê precisamos pedir ao Espírito Santo que nos ensine, pois na oração ao Espirito Santo pedimos que Ele nos ajude "a ver retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito", isso é, conforme o Espírito Santo vê, conforme ele enxerga.
Um zelador deve pedir constantemente ao Senhor essa graça.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Visita
Recebemos durante a semana que passou a visita do casal responder pelas Capelinhas da misericórdia no Japão.
Tivemos um encontro com dom José Arcebispo Metropolitano de Niteroi RJ que tomou conhecimento de todo o trabalho realizado pela Comunidade Anunciadores da Misericórdia no Japão inclusive das dificuldades encontradas em um ambiente tão distinto do nosso.
No Japão estamos presentes em três dioceses com 20 capelinhas entre brasileiros, japoneses e argentinos e peruanos. Atingimos mais de cem famílias. Rezemos pelos responsáveis do Japão e por sua família.
Tivemos um encontro com dom José Arcebispo Metropolitano de Niteroi RJ que tomou conhecimento de todo o trabalho realizado pela Comunidade Anunciadores da Misericórdia no Japão inclusive das dificuldades encontradas em um ambiente tão distinto do nosso.
No Japão estamos presentes em três dioceses com 20 capelinhas entre brasileiros, japoneses e argentinos e peruanos. Atingimos mais de cem famílias. Rezemos pelos responsáveis do Japão e por sua família.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Em Jesus
Em Jesus a misericórdia do Pai abraça o mundo.
Essa frase me veio ao coração hoje. Jesus é o Abraço misericordioso do Pai à humanidade.
Com esse Abraço o
P
Essa frase me veio ao coração hoje. Jesus é o Abraço misericordioso do Pai à humanidade.
Com esse Abraço o
P
terça-feira, 1 de julho de 2014
O nosso verdadeiro refúgio é a confiança em Deus
«O Senhor enviou o seu anjo e me arrancou das mãos de Herodes» (Act 12, 11). Nos primeiros tempos do serviço de Pedro, na comunidade cristã de Jerusalém havia grande apreensão por causa das perseguições de Herodes contra alguns membros da Igreja. Ordenou a morte de Tiago e agora, para agradar ao povo, a prisão do próprio Pedro. Estava este guardado e acorrentado na prisão, quando ouve a voz do Anjo que lhe diz: «Ergue-te depressa! (...) Põe o cinto e calça as sandálias. (...) Cobre-te com a capa e segue-me» (Act 12, 7-8). Caiem-lhe as cadeias, e a porta da prisão abre-se sozinha. Pedro dá-se conta de que o Senhor o «arrancou das mãos de Herodes»; dá-se conta de que Deus o libertou do medo e das cadeias. Sim, o Senhor liberta-nos de todo o medo e de todas as cadeias, para podermos ser verdadeiramente livres. Este facto aparece bem expresso nas palavras do refrão do Salmo Responsorial da celebração litúrgica de hoje: «O Senhor libertou-me de toda a ansiedade».
Aqui está um problema que nos toca: o problema do medo e dos refúgios pastorais.
De que é que temos medo?
O testemunho do apóstolo Pedro lembra-nos que o nosso verdadeiro refúgio é a confiança em Deus: esta afasta todo o medo e torna-nos livres de toda a escravidão e de qualquer tentação mundana.
Pedro reencontrou a confiança, quando Jesus lhe disse por três vezes: «Apascenta as minhas ovelhas» (Jo 21, 15.16.17). Ao mesmo tempo ele, Simão, confessou por três vezes o seu amor a Jesus, reparando assim a tríplice negação ocorrida durante a Paixão. Pedro ainda sente queimar dentro de si a ferida da desilusão que deu ao seu Senhor na noite da traição. Agora que Ele lhe pergunta «tu amas-Me?», Pedro não se fia de si mesmo nem das próprias forças, mas entrega-se a Jesus e à sua misericórdia: «Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo!» (Jo 21, 17). E aqui desaparece o medo, a insegurança, a covardia.
(PAPA FRANCISCO)
Assinar:
Postagens (Atom)






