Muitos se desesperam em momentos de dificuldades: seria correto?
Jesus não enganou ninguém. Ele disse:
NO MUNDO TEREIS MUITAS PROVAÇÕES, MAS TENDE CONFIANÇA EU VENCI O MUNDO.
Então porque nos desesperamos?
A resposta é uma só: falta de confiança na Misericórdia, em Jesus.
Quem confia na Minha Misericórdia, diz Jesus a Santa Faustina - não perecerá, pois suas dificuldades são minhas dificuldades.
A pessoa que confia na minha Misericórdia é a mais feliz pois eu mesmo cuido dela.
Então, porque você se desespera quando atravessa dificuldades?
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
Francisco, o “papa das surpresas”
O Papa gosta de falar de surpresas:
“Deus é sempre uma surpresa e, portanto, você nunca sabe onde e como o encontrará,
porque não é você que escolhe a hora e o lugar do encontro”.
É uma surpresa vista também em suas duas vertentes: “você me deu uma surpresa”, porque, quando Cristo se aproxima, é sempre buscando confiar-se ao homem; e “você me surpreendeu” porque, ainda que o cristianismo nasça de um encontro, também é verdade que, desse encontro, nós não decidimos os tempos nem tampouco podemos tomar a iniciativa.
Se o Deus das surpresas não está no centro, a Igreja se desorienta. Ela também poderá organizar surpresas, mas lhe faltará o ingrediente necessário para não concebê-las como farsas: a impossibilidade de prever. E, por conseguinte, a grandeza de quem aceita deixar-se surpreender. A grandeza de deixar-se amar, mais do que buscar amar.
Ele é chamado de “Papa das surpresas”. Mas depois as pessoas se ofendem quando as surpresas que ele oferece ao mundo não correspondem à sua vontade. Desde que o mundo existe, no entanto, a surpresa é bela quando é inesperada, imprevisível, inimaginável. As outras parecem aqueles presentes que aniversário que, ao abrir, temos de fingir que nos surpreendemos.
Já ouve essa época também na Igreja: certas surpresas tinham pouco de surpreendentes, ainda que estivessem na moda. Uns faziam surpresas a outros, ou seja, compartilhava-se a apatia do descontento.
Mas agora chegou a hora: a única surpresa é Cristo.
Se o Deus das surpresas não está no centro, a Igreja se desorienta. Ela também poderá organizar surpresas, mas lhe faltará o ingrediente necessário para não concebê-las como farsas: a impossibilidade de prever. E, por conseguinte, a grandeza de quem aceita deixar-se surpreender. A grandeza de deixar-se amar, mais do que buscar amar.
Ele é chamado de “Papa das surpresas”. Mas depois as pessoas se ofendem quando as surpresas que ele oferece ao mundo não correspondem à sua vontade. Desde que o mundo existe, no entanto, a surpresa é bela quando é inesperada, imprevisível, inimaginável. As outras parecem aqueles presentes que aniversário que, ao abrir, temos de fingir que nos surpreendemos.
Já ouve essa época também na Igreja: certas surpresas tinham pouco de surpreendentes, ainda que estivessem na moda. Uns faziam surpresas a outros, ou seja, compartilhava-se a apatia do descontento.
Mas agora chegou a hora: a única surpresa é Cristo.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Papa pede amigo para subir no Papamóvel
"Venha, suba!". Bastaram essas duas palavras para surpreender um velho conhecido que o papa Francisco avistou no meio do mar de rostos presentes na Praça de São Pedro na audiência geral da última quarta-feira. O rosto familiar era o do pe. Fabián Báez, vindo da tão amada Buenos Aires de Francisco. Sem pensar duas vezes, o papa convidou o sacerdote a subir a bordo do papamóvel e ele aceitou sem hesitação. "Essa foto vai dar a volta ao mundo", disse Francisco, rindo.
E deu. A mídia internacional descreveu o gesto como mais um dos exemplos de proximidade do papa Francisco. O que muitos não sabem é o que o papa sussurrou no ouvido do sacerdote quando os dois se abraçaram: "Como isso é divertido!". O pe. Báez conta ao Vatican Insider os detalhes daquele passeio de carro pela Praça de São Pedro.
E deu. A mídia internacional descreveu o gesto como mais um dos exemplos de proximidade do papa Francisco. O que muitos não sabem é o que o papa sussurrou no ouvido do sacerdote quando os dois se abraçaram: "Como isso é divertido!". O pe. Báez conta ao Vatican Insider os detalhes daquele passeio de carro pela Praça de São Pedro.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Deus não discrimina ninguém,
O Evangelista Lucas que Deus não discrimina ninguém. Ele aceita toda pessoa que o respeita e realiza a justiça (Cf. Atos 10, 34.35). Não à toa Jesus veio solidarizar-se conosco, apoiando todo ser humano de boa vontade, que deseje realmente ser do bem e da prática do que é justo.
O Filho de Deus não precisava submeter-se ao sofrimento, aos limites e ao batismo humano. João Batista realizava a lavadura com indicação da conversão e da purificação dos pecados. Mas Jesus quis, ao ser batizado com o sentido dado por João, para nos revelar o projeto do Pai, ou seja, o ser humano precisa de passar pelo crivo de mudança, lavando-se do egoísmo, da injustiça e de toda a forma de erro moral e discriminação. Seguindo-o, nós realizamos a justiça misericordiosa praticada e ensinada em toda a sua vida.
O Filho de Deus não precisava submeter-se ao sofrimento, aos limites e ao batismo humano. João Batista realizava a lavadura com indicação da conversão e da purificação dos pecados. Mas Jesus quis, ao ser batizado com o sentido dado por João, para nos revelar o projeto do Pai, ou seja, o ser humano precisa de passar pelo crivo de mudança, lavando-se do egoísmo, da injustiça e de toda a forma de erro moral e discriminação. Seguindo-o, nós realizamos a justiça misericordiosa praticada e ensinada em toda a sua vida.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Um padre escreve ao Papa antes de morrer aos 31 anos.
A Sua Santidade o Papa Francisco:
Santo Padre,
nas orações diárias que dirijo a Deus, não deixo de rezar pelo senhor e pelo ministério que Deus lhe confiou, para que Ele possa lhe dar forças e alegria para continuar anunciando a boa nova do Evangelho.
Eu me chamo Fabrizio De Michino e sou um jovempadre da diocese de Nápoles. Tenho 31 anos e há cinco sou sacerdote. Desempenho meu serviço no Seminário Arcebispal de Nápoles como professor de um grupo de diáconos, e em uma paróquia em Ponticelli, que se encontra na periferia de Nápoles. A paróquia, recordando o milagre registrado na colina Esquilino, recebe o nome de Nossa Senhora das Neves.
Ponticelli é um bairro degradado por sua pobreza e alta criminalidade, mas a cada dia descubro verdadeiramente a beleza de ver o que o Senhor realiza nestas pessoas que confiam em Deus e na Virgem.
Também eu, desde que estou nesta paróquia, pude ampliar cada vez mais meu amor pela Mãe Celeste, experimentando também nas dificuldades a sua proximidade e proteção. Infelizmente, há três anos eu luto contra uma doença rara: um tumor no interior do coração. Há um mês estou com metástase no fígado e no baço. Nesses anos difíceis, no entanto, nunca perdi a alegria de ser anunciador do Evangelho. Também no cansaço eu percebo, verdadeiramente, esta força que não vem de mim, mas de Deus, que me permite desempenhar com simplicidade o meu ministério. Há uma citação bíblica que tem me acompanhado e me enche de confiança na força do Senhor: “Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne” (Ez 36, 26).
Neste tempo tem sido muito próxima a presença do meu bispo, o cardeal Crescenzio Sepe, que me apoia constantemente, ainda que às vezes me peça para descansar, para que eu não me sobrecarregue.
Agradeço a Deus também por meus familiares e meus amigos sacerdotes que me ajudam e apoiam, sobretudo quando faço as diferentes terapias, compartilhando comigo os momentos de inevitável sofrimento. Também os meus médicos me apoiam muito e fazem o impossível para encontrar os tratamentos adequados para mim.
Santo Padre,
estou me alongando muito, mas só quero dizer que ofereço a Deus tudo isso, pelo bem da Igreja e pelo senhor de um modo especial, para que Deus o abençoe sempre e o acompanhe neste ministério de serviço e amor.
Eu lhe rogo que reze por mim: o que peço todos os dias ao Senhor é que seja feita a Sua vontade, sempre e em todas as partes. Não peço a Deus a minha cura, mas a força e a alegria de continuar sendo um verdadeiro testemunho de Seu amor e um sacerdote segundo o Seu coração.
Seguro de suas orações paternas, o saúdo devotamente.
Padre Fabrizio De Michino
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
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