segunda-feira, 16 de maio de 2011
Reunião com Zeladores em Aracaju
Puderam tirar suas dúvidas e partilhar a vida e a alegria que sentem por serem portadoras da Misericórdia de Deus.
Pe. Antonio
domingo, 8 de maio de 2011
A maternidade é sempre um dom de Deus
“Gerei um homem com o auxílio do SENHOR” (Gn.4,1), exclama Eva ao trazer Caim ao mundo, o seu primogénito.
Com estas palavras, o Livro do Génesis apresenta a primeira maternidade da história da humanidade como graça e alegria que brotam da bondade do Criador.
O nascimento de Isaac, que está na origem do povo eleito, é ilustrado de maneira análoga. Deus promete a Abraão, sem descendência e de idade avançada, uma posteridade numerosa como as estrelas do céu (cf. Gn. 15, 5). O patriarca acolhe a promessa com a fé que revela ao homem o desígnio de Deus: “Abraão acreditou no Senhor, e Ele considerou-lho como mérito” (Gn. 15,6)
As palavras que o Senhor pronunciou aquando do pacto estabelecido com Abraão confirmam essa promessa: “A Aliança que faço contigo é esta: serás pai de inúmeros povos” (Gn.17, 4). Acontecimentos extraordinários e misteriosos revelam como a maternidade de Sara é, sobretudo, fruto da misericórdia de Deus, que dá a vida mais além de qualquer esperança humana: “Abençoá-la-ei e dar-te-ei um filho, por meio dela; será abençoada por mim, e será mãe de nações, e dela sairão reis” (Gn. 17, 15-16)
A maternidade aparece como um dom decisivo do Senhor: o patriarca e a sua mulher receberão um nome novo para significar a inesperada transformação que Deus realizará na sua vida. A graça de Deus é mais forte que as situações sem esperança humana.
A vida de uma mulher é completamente transformada quando se torna Mãe. Ela passa a viver inteiramente para o outro. Por isso, quero Parabenizar a você mãe pelo seu Dia.
Deus a abençoe e a seus filhos também.
Pe. Antônio
sexta-feira, 6 de maio de 2011
O que é temperamento?
Temperamento é a combinação de características congênitas que subconscientemente afetam o procedimento da pessoa e que envolve os gens recebidos dos avós e pais e ainda uma imprevisibilidade, algo de imprevisto que pode acontecer; em outras palavras, temperamento é a natureza do homem, que é formada por fatores hereditários, que se encontram profundamente enraizados na pessoa. Temperamento é aquilo que chamamos de meu jeito de ser… E este jeito muitas vezes traz deficiências, como: Reagir de modo diferente do desejado, dificuldade de entender as pessoas e a si próprio.
Na verdade, todo mundo pode mudar e preciso lutar pra isto, não dá pra se acomodar com as atitudes, com o temperamento que se tem. Todo temperamento pode ser mudado, controlado pelo Espírito Santo, já que nenhum temperamento foi criado pelo diabo, nem é bom ou mal em si mesmo, mas todos os temperamentos foram criados por Deus, e possuem fraquezas e virtudes, que o inimigo pode influenciar e trabalhar por meio das fraquezas do temperamento do homem. Quando compreendemos nosso temperamento e o entregamos ao controle do Espírito podemos ser mais felizes.
Depois falaremos de cada um dos temperamentos.
Pe. Antônio Aguiar
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Bem aventurado João Paulo II
"O homem é essencialmente um ser social; com maior razão, pode-se dizer que é um ser familiar."
"A família está convocada a ser templo, ou seja, casa de oração: uma oração singela, cheia de esforço e ternura. Uma oração que se faz vida, para que toda a vida se converta em oração."
"A família é base da sociedade e o lugar onde as pessoas aprendem pela primeira vez os valores que lhes guiam durante toda sua vida."
"O casal e a família cristã edificam a Igreja. Os filhos são fruto precioso do casal. "
"O futuro depende, em grande parte, da família, leva consigo o porvir mesmo da sociedade; seu papel especialíssimo é o de contribuir eficazmente com um futuro de paz."
"A família que reza unida, permanece unida."
Devido a este amor pela família e devido a importância do trabalho que fazemos procurando levar a misericórdia até as famílias, estou proclamando o Beato João Paulo II Padroeiro do Projeto Misericórdia nas Famílias.
Padre Antônio Aguiar
terça-feira, 19 de abril de 2011
Novena para Festa da Misericórdia
Pai Nosso... Ave Maria... Creio...
Nas contas do Pai Nosso: Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade do Vosso Diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.
Nas contas da Ave Maria:Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.
No fim do terço (dizer três vezes):
Deus Santo, Deus forte, Deus Imortal. Tende piedade de nós e do mundo inteiro.
Segundo dia: Pelos sacerdotes e consagrados.
Terceiro dia: Pela conversão dos pecadores.
Quarto dia: Pelas almas do Purgatório.
Quinto dia: Pela família.
Sexto dia: Pela união dos cristãos.
Sétimo dia: Pela defesa da vida desde a concepção até sua morte natural.
Oitavo dia: Por todos que divulgam a Misericórdia.
Nono dia: Pelas crianças e pelas almas que confiam na Misericórdia.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Conversão e perdão na família
A família é o lugar da conversão e do perdão pois é o lugar da convivência, lugar onde as pessoas se encontram e se desencontram umas com as outras permitindo assim um conhecimento mais profundo do outro.
O Espelho: Dizem que se você quer se conhecer a si mesmo, você deve perguntar a quem convive consigo quem você é, pois ele vai te dizer, pois convivendo consigo ele age como um espelho: vê o que o você não vê e por isso ás vezes para ajudar você acaba apontando aquilo que você não enxerga e aí surgem os conflitos.
Percebo que as pessoas possuem uma grande dificuldade de falarem de si mesmas. O ideal seria quando alguém lhe perguntasse quem é você que você dissesse: “Pergunte a meu filho, a meu esposo. Eles vão dizer quem sou na verdade!” Mas, por imaturidade ás vezes temos medo de permitir que o outro expresse a nossa verdade.
Enfim, na família as diferenças são sentidas e desta forma, como Deus disse: “1. “Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. 2. Todo ramo que não dá fruto em mim, ele corta; e todo ramo que dá fruto, ele limpa, para que dê mais fruto ainda.” (Jo 15). A videira é a família – numa linguagem alegórica – os ramos são os membros da família. Todo ramo precisa ser limpo, isso é, precisa ser podado. E a convivência familiar permite que esta poda aconteça, pois, sou obrigado a suportar com paciência a fraqueza do próximo, e, assim, obrigado a controlar meu temperamento; sou levado a viver o perdão quando os desencontros acontecem, a pedir perdão mesmo ao outro; a reconhecer meus limites diante do outro, a ter que ouvir o outro quando na verdade o meu desejo seria nem querer estar perto dele, a ter que silenciar, quando gostaria de falar, a ter que corrigir o outro quando ele está errado, quando preferiria fazer vista grossa, etc... tipo eu não me meto na vida dele e ele não se mete na minha vida.
A família é uma escola da misericórdia, lugar onde se aprende a viver a misericórdia e vivendo a misericórdia vivo a conversão.
